sábado, 25 de junho de 2022

ÚLTIMA PARADA

Luiz Henrique faz sua última aparição com a camisa do Fluminense em nosso salão de festas - O Engenhão.

    Quando surgiu no time profissional, chamou atenção pela altura, pernas longas, muita velocidade, facilidade no domínio de bola e muitos dribles. Foi sob o comando de Odair Helmann que fez sua estreia no Maracanã com o time profissional, em 12 de agosto de 2020. Naquela ocasião, o Fluminense empatou por 1 a 1 com o Palmeiras e ele foi acionado aos 30 minutos do segundo tempo e não se assustou com a situação, partindo pra cima dos adversários, como se estive jogando contra a turma da base.

    O Fluminense vinha mesclando experientes jogadores com jovens das categorias de base. A filosofia do técnico Odair Hellmann era a de colocar os tricolores entre os líderes do Campeonato Brasileiro com essa combinação. O jovem Luiz Henrique que vinha recebendo oportunidades, marcou seu primeiro gol como profissional no no dia 20 de outubro de 2020, contra o Ceará. No dia seguinte, o atacante partiu para um período de treinos com a Seleção Brasileira sub-20.


    Neste sábado, Luiz Henrique participou do último dia de treinos com os companheiros do time em preparação para a partida de domingo 26/06/2022 que será no Engenhão. Estamos na torcida para que mais uma vez esbanje categoria e deixe sua marca nesse clássico. Em 119 jogos com a camisa do time profissional ele fez 14 gols e deu 15 assistências. Que possa aumentar esses números neste domingo.



sexta-feira, 24 de junho de 2022

100 MINUTOS DE PRESSÃO

Vitória merecida


    A noite no Maracanã foi quase perfeita. Só não foi, porque somos tricolores e nunca vamos ver perfeição. Na verdade, perfeita foi a noite de quarta-feira, mas isso é melhor deixar assim, subentendido, como já dizia o tricolor Lulu santos.

Motivos pra não ter sido perfeito:


1º a partida foi as 19 horas e por mais que tenhamos comprado 45 mil ingressos antecipados, a casa só ficou cheia aos 25 minutos de jogo. Tricolor trabalha e o deslocamento na cidade do Rio de Janeiro é sempre complicado, principalmente na área do Maracanã em dia do jogo do Tricolor.

2º Os caras estão na segunda divisão e jogam como time de 2ª divisão. Se fecharam lá atrás e buscavam uma bola para fazer o gol e se fecharem ainda mais. Encontramos um ferrolho, mas nos saímos bem contra esse tipo de jogo, ao contrário do que aconteceu com os caras de Goiânia naquela derrota em pleno Maracanã.



3º o VAR, sim aquele aparelho que só funciona contra nós, errou de novo. Dar um impedimento naquele lance em que o Cano fez o primeiro gol na jogada do Árias, por conta de uns milímetros só acontece com a gente. Já chegou a hora dos clubes sérios se unirem e reivindicarem que adotem os mesmos critérios adotados na MSL, liga de futebol dos Estados Unidos. Lá se o VAR tem que passar a linha pra determinar se foi impedimento ou não, eles optam pelo gol. Simples assim. O VAR só entra em cena pra anular um gol se o impedimento for visto a olho nu.



4º Foi a última vez que assistimos o craque Luiz Henrique com a camisa tricolor em pleno Maraca. O moleque que deu tanta alegria aos tricolores, só tem mais uma partida pra fazer pelo Fluminense antes de ir pra Espanha, mas vai ser contra os Nanos em nossa casa de festas o Engenhão.





Aqui cabe um esclarecimento por parte deste que escreve. Eu fui o primeiro a pedir seu afastamento do time quando foi vendido, porque simplesmente parou de jogar. Era nítido que não estava mais afim e sua cabeça estava na Europa. O Abel insistia em colocá-lo em campo mas ele não rendia nada. Era possível perceber que ele se escondia, fugia da bola, não dividia, não arriscava um drible. Tudo mudou com a chegada do psicólogo Fernando Diniz. Ele conseguiu mexer com a cabeça do menino e fez com que jogasse ainda melhor. O problema agora é que vai ficar a saudade e a certeza que não temos ninguém parecido no elenco e muito menos dinheiro para contratar outro. 

    Por fim, a vitória veio e foi merecida. Sem mais, nem menos. O Tricolor precisa aprender que nem sempre a festa será completa, mas tem que comemorar cada conquista.



 

 DE VOLTA

Sim. Alan ainda tem potencial.


    Foi através de uma mensagem em um grupo de whatsapp que eu fiquei sabendo que o Alan, moleque de Xerém tinha voltado para o Fluminense. De início, a mensagem dizia "O Fluminense virou o INSS agora". Antes de responder, fui fazer uma pesquisa pra saber qual sua idade atual e descobri que tem 32 anos. Essa idade está dentro da média de grandes atletas que ainda possuem pelo menos mais 4 anos de pleno vigor físico. O Alan sempre foi um velocista e aquele gol contra o Cerro Portenho está sempre em nossas mentes. Se o torcedor do Fluminense fosse menos cri cri, pra não dizer chato, hoje deveriam estar agradecendo pela volta dele ao time, considerando que o "moleque" é tricolor e escolheu o Fluminense pra voltar a jogar no Brasil. Se procurarem por aí, na internet, vão ver que ao ser vendido pra Europa, em sua despedida, ele chorou muito e disse que um dia voltaria. Está cumprindo a promessa e agora soubemos que ele abriu mão até de um salário maior de outro clube no Brasil, pra poder voltar ao nosso time. Temos sim que acreditar em sua capacidade de atleta e até agradecer por tê-lo de volta. Ele estava naquele time que escapou da série B em 2009 e foi campeão em 2010. Já está na história do clube.

SEJA BEM VINDO CRAQUE!!




segunda-feira, 20 de junho de 2022


 ALÉM DO FUTEBOL

O Maracanã foi palco de muitas atrações, além da vitória



    Neste domingo, dia 19 de junho, além uma bela partida em campo, o Maracanã se transformou em Arraiá. Teve sim  festa junina, mas também o estádio abrigou outras atividades com: DJ, grupo de forró e sertanejo, touro mecânico, comidas típicas, pinturas infantis, balões e grupo de pagode. Além disso, teve ações com os sócios como o Match Day e fotos no telão de coletivas dos atletas e comissão técnica. Ambos benefícios resgatados no programa de pontos do Sócio Futebol.

    Outra ação bacana foi o Correio do Amor com mensagens no telão do estádio durante o intervalo da partida.

Outras ações como esta voltarão acontecer e você pode fazer parte de tudo isso. Seja Sócio! Aproveite os novos planos que o Fluminense criou pra você que é torcedor de todos os cantos do mundo.


https://sociofutebol.com.br/








Não fez mais que a obrigação

Time jogou bem, mas podia ter feito mais

    Antes de começar a partida de ontem contra o Avaí, deixei claro na conta do twitter que menos de 4 x 0 nem comemoraria. De fato o Fluminense começou o jogo com cara de que seria um passeio, um treino de luxo. Antes do 08 minutos o  Cano já tinha feito o L e a torcida se empolgava com um placar bem mais elástico. Logo depois o Samuel Xavier de fora da área (coisa rara de se ver no time) chutou uma bola no travessão e na sobra desse chute a bola ainda ainda fez uma viagem pelo pé do Caio Paulista e foi parar na medida para o Luiz Henrique todo desajeitado cruzar rasteiro e o Cano não alcançou, deixando o grito de uuuhhh ecoando do outro lado do Maracanã.


    Até os 30 minutos do primeiro tempo o Avaí estava na roda, fazendo parte de um treino coletivo de ataque contra defesa. Depois disso, deram um pequeno susto na defesa acordando o Fábio que estava meio sonolento. A partida se manteve lá e cá, mas com predomínio do Fluminense até o intervalo. No final do primeiro tempo ficou aquele gostinho de que podia ter sido maior o placar pra dar mais tranquilidade no segundo tempo. Infelizmente, mesmo com a precisão dos passes do Ganso e da boa presença de área do Árias, área, Árias...ficou estranho, mas ele estava mesmo sempre rondando a área adversária.

    Veio o segundo tempo e não é que os caras resolveram jogar?! pois é, até tiveram chance de empatar, logo no início, mas a nossa zaga, mesmo batendo cabeça foi rechaçando as bolas e conseguindo manter o domínio, até que veio aquele contra-ataque que deixou o Manoel estatelado no chão e gol, dos caras...pra nossa sorte, o VAR chamou o juiz e falou "vem dar uma olhada aqui numa coisa rapidão"... não é que o Potker estava impedido no início da jogada? Aquela humilhação sofrida pelo Manoel até vai ser lembrada, mas não por conta do gol que foi anulado. Ufa!! Escapamos de um sufoco que viria, porque viria se o gol fosse validado. Conhecemos nosso gado não é mesmo?!

    Vendo que estávamos perdendo o meio de campo e atacando menos, o nosso grande Fernando Diniz resolveu mexer no time e acertou mais uma vez. Isso não acontece sempre, mas ele também acerta. Colocou o moleque de Xerém Matheus Martins em campo e tirou o argentino Cano, que estava meio apagado. Deu super certo. Quando os zagueiros do Avaí viram o moleque em campo, já entraram em desespero porque tinham visto ele jogar na seleção Sub-20 e sabiam que ele iria infernizar o parquinho. Na primeira bola que enfiaram pra ele, os dois zagueiro bateram cabeça e claro, nosso craque partiu sozinho e escolheu o canto, 2 X 0. Agora era só administrar. Tivemos outras chances, inclusive mais duas bolas no travessão, do mesmo Samuel Xavier que já tinha acertado uma no primeiro tempo. 

Mais um moleque de Xérem

    A essa altura a galera já gritava: Uh Fred vai te pegar...Uh Fred vai te pegar...e claro, nosso maior ídolo da atualidade era só sorrisos. Ele sequer entrou em campo, mas sua presença entre os moleques é sempre um bálsamo.

    No fim, mais 3 pontos e a certeza que esse time ainda pode fazer bem mais. A torcida deu uma trégua, não para o Wellington, mas está confiante que no próximo jogo que será pela Copa do Brasil contra o Cruzeiro, vamos encaminhar bem a classificação para as quartas de final, indo para BH com o resultado já feito no Maracanã.


Por: Constâncio Viana





ÚLTIMA PARADA Luiz Henrique faz sua última aparição com a camisa do Fluminense em nosso salão de festas - O Engenhão.      Quando surgiu no ...