100 MINUTOS DE PRESSÃO
Vitória merecida
A noite no Maracanã foi quase perfeita. Só não foi, porque somos tricolores e nunca vamos ver perfeição. Na verdade, perfeita foi a noite de quarta-feira, mas isso é melhor deixar assim, subentendido, como já dizia o tricolor Lulu santos.
Motivos pra não ter sido perfeito:
1º a partida foi as 19 horas e por mais que tenhamos comprado 45 mil ingressos antecipados, a casa só ficou cheia aos 25 minutos de jogo. Tricolor trabalha e o deslocamento na cidade do Rio de Janeiro é sempre complicado, principalmente na área do Maracanã em dia do jogo do Tricolor.
2º Os caras estão na segunda divisão e jogam como time de 2ª divisão. Se fecharam lá atrás e buscavam uma bola para fazer o gol e se fecharem ainda mais. Encontramos um ferrolho, mas nos saímos bem contra esse tipo de jogo, ao contrário do que aconteceu com os caras de Goiânia naquela derrota em pleno Maracanã.
3º o VAR, sim aquele aparelho que só funciona contra nós, errou de novo. Dar um impedimento naquele lance em que o Cano fez o primeiro gol na jogada do Árias, por conta de uns milímetros só acontece com a gente. Já chegou a hora dos clubes sérios se unirem e reivindicarem que adotem os mesmos critérios adotados na MSL, liga de futebol dos Estados Unidos. Lá se o VAR tem que passar a linha pra determinar se foi impedimento ou não, eles optam pelo gol. Simples assim. O VAR só entra em cena pra anular um gol se o impedimento for visto a olho nu.
4º Foi a última vez que assistimos o craque Luiz Henrique com a camisa tricolor em pleno Maraca. O moleque que deu tanta alegria aos tricolores, só tem mais uma partida pra fazer pelo Fluminense antes de ir pra Espanha, mas vai ser contra os Nanos em nossa casa de festas o Engenhão.
Aqui cabe um esclarecimento por parte deste que escreve. Eu fui o primeiro a pedir seu afastamento do time quando foi vendido, porque simplesmente parou de jogar. Era nítido que não estava mais afim e sua cabeça estava na Europa. O Abel insistia em colocá-lo em campo mas ele não rendia nada. Era possível perceber que ele se escondia, fugia da bola, não dividia, não arriscava um drible. Tudo mudou com a chegada do psicólogo Fernando Diniz. Ele conseguiu mexer com a cabeça do menino e fez com que jogasse ainda melhor. O problema agora é que vai ficar a saudade e a certeza que não temos ninguém parecido no elenco e muito menos dinheiro para contratar outro.
Por fim, a vitória veio e foi merecida. Sem mais, nem menos. O Tricolor precisa aprender que nem sempre a festa será completa, mas tem que comemorar cada conquista.









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